10.29.2013

Me dê um copo de amor!

Tenho uma estranha mania de comparar amor com água.
Tem gente que adora, passa o dia bebendo, outras nem tanto, acabam se esquecendo. Há aqueles que se deleitam no mar, lavam a alma e se divertem nele. Há os que agem de mesmo modo até mergulharem e se acidentarem, quase se afogam naquela imensidão. Água já não parece mais atraente, o trauma consome e a distância da mesma parece ser o mais conveniente. Mas não adianta fugir, sem ela você não sobrevive. Você precisa de ao menos uma dose dela para beber, só não consegue mais se divertir na mesma como antigamente sem qualquer preocupação. Olhos e corpo desconfiados, no fundo querem ter força suficiente para pularem em direção aquele líquido transparente e límpido, mas não possuem-na. Observa silencioso, todos sorrirem por se refrescarem, brincando com a água e jogando-a em outros corpos. Meu Deus, como parece bom! Mas não, não posso, não consigo. Você tem total noção de que um dia, hoje, amanhã ou daqui anos terá que superar o trauma, para que possa ser feliz como os outros com algo tão simples. O modo de superar? Aos poucos ou de repente, o que precisa mesmo é da sua vontade de enfrentar seus medos e isso depende de algo que faça você querer isso com todo seu ser, que ajude você a conseguir.
Não importa quanto tempo você fique longe dela, teu corpo vai gritar pedindo-a em algum momento, suplicando que você atenda o pedido sem delongas, sem demoras.
Estamos carecas de saber, estudos apontam que são necessários vários litros de água por dia.

7.24.2013

Sai logo dessas ideias...

Você aí... é você mesmo, aquele que generaliza tudo. Homem não presta, mulher é sentimentalista, homem não pode usar rosa pq é gay, mulher descolada é lésbica... Eu queria muito entender o que se passa nessa tua mente que acha que tudo é tão regrado assim, que tudo segue uma linha reta sem qualquer desvio possível.
Vou contar-lhe uma coisa que acho interessante: estamos no século XXI. A era em que homem e mulher estão quase que em pé de igualdade, mas infelizmente posso afirmar que o mundo ainda anda um pouco machista. Mas só um pouco. Ainda há atribuição do “frágil” ao feminino e do “cool” ao masculino.
Do mesmo modo que existe homem que só quer sexo existe mulher. Do mesmo modo que existe mulher sentimentalista e apaixonada existe homem. Isso é questão de situação.
Entre em qualquer que seja o relacionamento sem conceitos formados só pelo sexo da pessoa. Não entre em um relacionamento com uma mulher pensando que ela vai se apaixonar por você perdidamente, que ela vai querer namorar depois do terceiro beijo. Nem entre no relacionamento com um homem achando que o cara está sendo carinhoso porque (LÓGICO NÉ, ACORDA BOBA - sqn) quer sexo. Ambas as situações podem ocorrer, nos casos, com sexo feminino e masculino ao contrário, acredite. E muito menos olhe o lado de se apaixonar como a pessoa frágil e o de querer só sexo, o esperto e forte, ambos também podem ser o contrário.
Não vale dizer que é comprovado cientificamente que cérebro de homem é racional e de mulher é sentimental, o que existe de hormônios masculinos aflorados em um corpo feminino e vice-versa é grandioso.
O que deve haver são conversas, demonstrações do desejado, do sentimento se houver. Ficar supondo as coisas faz com que suas ações condizem com o tal suposto, sem nem ao menos saber se é a verdade. Algo incomoda, vai lá e diz. Gosta? Vai lá e diz. Não gosta? Vai lá e diz. Não quer? Adiviiinhaaa... Tudo questão de dizer. Evita fadigas futuras, sofrimentos futuros e suposições idiotas.
Não é pq ganha carinho, que a pessoa está apaixonada, ela pode querer só algo em troca. Não é pq vc ganha carinho, que a pessoa quer só quer algo em troca, ela pode estar apaixonada. Como você saberá? Perguntando. Se ela for honesta, você nem precisar perguntar vai, ela irá dizer.
Querem uma vida facilitada, facilitem-na. Solte o verbo e diga logo o que tá aí rondando nessa tua cabeça.

6.24.2013

Se você soubesse... lembrei de você à pouco, lembrei sabe? Daquelas coisas que a gente vivia dizendo um pro outro, daquelas que a gente vivia falando e morrendo de rir, daquelas que me deixavam com um sorriso extremamente grande que poderia deformar meu rosto à qualquer momento ou que me deixavam com borboletas velozes no meu estômago como se estivessem enfurecidas e pedindo pelo amor de Deus para saírem.
Tudo que a gente passou, se você soubesse o quanto era bom pra mim e sei bem que para você, voltaria pra mim. Pensaria à respeito e voltaria.
Mas sinceramente? Eu era apaixonada por você, mas eu ERA. Eu lhe abraçaria agora se pudesse, mas seria um abraço pra dizer que ainda gosto de você e que nunca será menos importante pra mim. Mas gosto como uma pessoa que sinto carinho, um amigo que quero ao meu lado pra sempre. Mas como agir se nem isso você acha merecer de mim?
Por favor, vem cá. Segura minhas mãos e olhe nos meus olhos e diga que eu sempre serei sua amiga. Que uma pessoa não pode ser esquecida de tal modo cruel, aquela que foi tão importante pra você certo dia.
Vem cá!

6.13.2013

Sai dessa vida vai!

Vontade que tenho, dizer pra muita gente sair dessa vida.
Dessa vida? É, exatamente, dessa vida dominada por um pedaço de papel, controlada pelo sistema que elas tanto criticam, sente a hipocrisia reinante? Pois eu sinto. Sinto vinda de mim também.
Falta coragem, ô se falta!
Segura tua própria mão e sinta segurança.
Sabe o que importa? Amor, é, aquele que todo mundo implora por ele, mas não faz nada pra que o mesmo aconteça. Sabe? Paz, aquele que todo mundo continua implorando pra ter mas o tenta impor com o contrário. E vem cá, para que eu possa contar algo baixinho no teu ouvido: nada disso você alcança se estiver correndo atrás desses tão vulneráveis papéis.
Deviam existir faculdades que ensinam a saber viver e conviver. E no final quando exercida a tal "profissão" você ganhasse o que listei como "o que realmente importa".
Vontade mesmo, de verdade, é sair por aí, conhecendo gente, culturas, lugares, sabores e ares. Tanta coisa boa pra se ver, viver, sentir, enumerar, e eu aqui querendo mais do que algo pra comer e vestir.
Sai dessa vida vai!

Faça amar, faça amor!

Você aí que nunca amou na vida, sente-se em tal direito de falar sobre amor com tanta convicção?
Se nunca amou, se nunca soube exatamente o que esse sentimento faz a você, teu corpo, tua mente, teus lençóis, não venha me dizer o que fazer, não venha me dizer para fazer charminhos, não procurar quem sabe onde me encontrar.
Pensa só aqui comigo e meus neurônios tão preguiçosos, se a outra pessoa estiver ouvindo teus conselhos extremamente ridículos, quem um dia vai abrir o coração e dizer que ama?
Faz o seguinte, nunca amei, mas uma coisa eu sei. Complicar pra quê? Esconder sentimento pra quê? Pede abraço se o quiser, pede beijo se o quiser, pede sim amor se o quiser, só não o implore. Faça o que tiver vontade e ponto final.
Consequências terão, claro, mas o máximo que você pode receber pedindo tais coisas é um receber um não. Vai doer, mas passa. Mas pensa só, o dia que receber um sim, pensa só! Compensará.
Anda logo vai! Faça amar, faça amor!

4.06.2013

Reflexões refletem-me a mim!

Chateio-me com essa atitude que não convêm, que não condiz, que não faz de certo modo feliz. Essa coisa de lamentar por estar batendo com a cara nas milhões de consequências dos próprios atos estúpidos.
Acorda! Deixe de lado esse modo cômodo que você ativou os teus botões. Bom mesmo é aquele que vivem ligando por aí, dizem que faz milagres, um tal de "foda-se". E foda-se se estraguei a tal poética do espaço, aqui falo a verdade, porém muitas vezes não a escuto.
Que defeito cruel, aconselhar e "sincerizar"(com todas as minhas neologias possíveis que vivo espalhando por aí como cartas deslizantes numa mesa sem qualquer atrito), porém não conseguir ser aconselhada e tapar os ouvidos, abrir bocarra e dizer "la la la" o mais alto possível às verdades do mundo.
Chateio-me comigo mesma. Não fale de mim a mim, não quero me ver nem pintada de ouro, prata, azul, amarelo, escarlate, púrpura, ou quaisquer que sejam as cores vívidas ou não que esse tal mundo proporciona.
Sai de perto de mim, eu idiota. Bato-lhe(me) na cara. Mude logo essas atitudes, se não serei obrigada a mudá-las eu mesma.
Compreende? Compreende-me? Me compreende? Compreenda-me. Compreendo-me.

3.07.2013

Remetente: Eu / Destinatário: ...

E não pertenço a ninguém.
Pertenço-me somente
Me tenho, assim como se tem
Até que alguém me queira, de tal modo bem
Para que eu me dê
De mim para você
Leve-me, teu presente.

3.03.2013

As estrelas dizem "Oi!"

Me sinto extremamente tentada a gritar aos pés do ouvido de todos, feito uma louca fazendo apelos a um mundo que não quer ouvir, a um mundo que sabe exatamente o que lhe faz mal, mas não liga, se prejudica com gosto. Ô céus! Por que agir de tal modo destrutivo? Fazes assim: dizer coisas que não queres ouvir, exalar sentimentos que não queres sentir, despertar iras que não queres viver, suplicar por coisas que não queres compartilhar... tão mais. Trazes a si tristeza, trazes lástimas, lamentos, se acaba, na lama.
Ajude a ajudar. Ajude-se.
Aceitar felicidade, percorrer os caminhos que levam a ela, atentar aos tesouros (como soa infantil, porém serve) que podem estar espalhados, jogados fora por aí por gente que não soube sentir.
Sente-se nessa nuvem branca, leve imaginação aos olhares destinados a ela, e converse com as estrelas. Deixe que o convívio lhe traga luz. E por mais que isso também soe infantil ou ridículo... brilhe!

2.18.2013

Escape Game!

Longe de mim essa hipocrisia que me arde os olhos, me ensurdece por instantes, me tira as palavras de indignação. Afasta essa gente que se sente, sente maior, maior que a própria sombra. Distancie negatividade, essa coisa toda de que o mundo conspira contra, chega disso! Conspire-se. Respire. Se vire. Retire, retire essa necessidade de julgamentos, com esses tais conceitos deformados, pré formados, preconceitos.
Abandone a esperança de receber felicidade, se distribui rancor. Licencie essa falta de amor próprio, amor pelas coisas, amor pelos coisos, amor pelos seres, seres terrestres, seres imagináveis ou inimagináveis, seres de todas as espécies, gêneros, números e graus. E que venha amor, sim, por favor, sem muito labor.

2.16.2013

Composição de velhas histórias. Junção de imutáveis.

Aquela velha história de gostar de quem não gosta de gente. De esgotar-se e esgotar teu valioso tempo criando planos mirabolantes para conseguir conquistar o coração de alguém que talvez já foi conquistado por outro alguém, ou que simplesmente se trancou em um quarto escuro e logo depois engoliu a chave.
Aquela velha história de coração doendo quase que literalmente como se pairasse em teu peito e chorasse pontadas por estar cansado e necessitando exacerbadamente de um colo para se deitar.
Aquela velha história de conformismo em ser menos merecedor.
Aquela velha história em que se muda aspecto físico, o que se vê a vida, o que se leva dela, ou o que se espera dela se espelhando em outro, enquanto existe teu reflexo quase que perfeito no espelho do seu guarda-roupa.
Aquela velha história de se lamentar por meios de palavras que nem muito sentido fazem ao serem vistas por olhos alheios, quase tão cegos quanto os teus ao olhar nos olhos de quem se ama.

2.15.2013

Resenhas de um capítulo que já teve fim! Diálogo entre dedos.

Rehab. Mas rehab de quê? Da vida? Reabilitar-se de algo assim tão natural? Reabilitar-se de como se leva a vida, talvez. Rehab de como se encara a vida, rehab de tanta coisa, tanta coisa natural, tanta coisa que não deveria exigir uma reabilitação. Mas, entretanto, todavia, na maioria das vezes exige. É! Somos dois corações cansados de viver de um jeito inusitado e nada estável. Instabilidade, isso não, não quero mais momentos instáveis. Mas diz isso com o interior tão instável como a pergunta que martela na cabeça:
- Devo ou não? 
Se deve ou não, só Deus, minha amiga. Se deve ou não, isso, somente a ti, tão somente pertence a resposta. Me responda, mas não pense duas, ou três vezes, só responda: tu queres ou não? 
- Sim! Devo! Assim como você, também deve. 
Mas devo o que? Reabilitar-me de que? Dos sonhos que nem vivi? Não tem sentimento pra ser reabilitado aqui dentro, minha amiga, só amargura de não poder sentir. 
- Se diz que existe alguma coisa, é porque existe sim. Reabilite-se da amargura.
Pois é! Se eu perdi os argumentos mil que comigo trago, talvez, ah, existe sim motivos que me fazem concordar. Volta  e meia e cá estamos, sofrendo, nos martirizando por amor, pelo amor ao extremo, e pela falta de amor por nós mesmas. Mas como diz o ditado, minha vó e o tio da esquina, pra amar ao próximo tem que se amar primeiro, senão não é de verdade. Fazer o que? A vida é assim, minha amiga, sofrer é só mais um detalhe, e o sofrimento uma hora ou outra compensa, será compensado. Ou não! 
- Será?
Será!
Me diz dessa esperança que lhe reservam os olhos, me diz dessa vontade de fazer com que tudo se resolva, onde foi que tu se encontrou com a vida que lhe rendeu tanto sentimento ainda bom, ainda guardado, ainda tão sóbrio mesmo em meio à essa vida tão embriagada em vinho barato e canções mais baratas ainda de amor. 
- Muito pelo contrário, minha querida, não me encontrei em nenhum lugar da vida, nem sequer uma ruela escura em que se possa cantar tais canções baratas ou sentar-se para beber vinhos, e justamente por isso, procuro pensar que algum dia, eu possa sim encontrar não uma ruela, não serei tão humilde em tal pedido, mas sim em uma estrada que leva à felicidade, ou como dizem por aí, uma estrada que seja a própria felicidade, e que percorramos toda. 
Felicidade. É bonito como saímos tão rápido do sofrimento pra parar na felicidade, como se o sofrimento não houvesse existido em verso algum. Mais bonito ainda é um coração que nem sabe no que acredita ainda ser tão sereno, tão mais belo do que um coração que prega uma doutrina minimizada. Seja lá o que for, meu coração não é digno de tal doutrina, ou de doutrina alguma. Ainda há tanto pra aprender de histórias tão distantes. Que a ciência me faça entender, que nem o mais certo, nem o mais humano, vive sem amor.
-  Estamos fadados a falar de felicidade quando se fala de sofrimento, ou vice-versa, são coisas tão próxima e tão distantes ao mesmo tempo, ou talvez não tanto assim, talvez esteja a felicidade tão próxima e nós é que não sabemos identificá-la atrás de uma fumaça que embaça os olhos, aquela que sai da mente por tão usada. Mas sei que acredito, que acredito ainda nessa tal felicidade que tanto se fala, acredito nesse tal de amor também tão citado. Às vezes basta, basta para que eu tenha a vontade de seguí-las, de vivê-las. E para quem diz que devemos nos amar primeiro, para assim conseguirmos amar outra pessoa, não parece tão difícil assim realizar tal façanha, me atrevo de chamar de façanha. 
Não vou tardar, não farei que vire milhões e milhões de frases que torturam os dois lados do cerebro. Enfim, Talvez seja tempo de nos despedirmos do que fomos há dois, três dias atrás. E quem sabe, amanhã ou depois, tudo isso seja mais fácil pra pensar e resumir em dois ou três atos. O que me importa, o que deveria lhe importar também, é que crescemos, e amadurecemos anos em poucos dias, por saber ouvir, e falar. Se puder lhe agredecer, mas de forma concreta, não pelos doces ou agrados, mas pelo sentimento, pelo ouvir, que tão somente me faz maior. E agradecer por poder dividir, o tão pouco que sinto. E assim termina, mais um capítulo. Deixemos a inspiração pros novos recomeços. Clichê, eu sei que assim pensaste! Mas amanhã será. E que seja doce.




Ana Camargos (http://insanitywho.blogspot.com.br) and Me.

2.07.2013

Como se felicidade se oferecesse para ocupar um espaço no coração e sua resposta fosse não.

Rejeição ao sorriso seguido de rosto corado e olhos voltados para a superfície terrestre, como se esperasse que algo lá embaixo lhe dissesse como agir, olhos espelhando almas perfeitamente, pontas dos pés roçando como pêndulos no chão e braços cruzados atrás do corpo trêmulo.
À aquela sensação de conforto, segurança e temperaturas em equilíbrio ao ser envolto em membros superiores que se ajustam perfeitamente a forma curvilínea de seu corpo.
Ao paralelismo e perperdicularidade das linhas desenhadas nos lábios.
Ao encontro dos M's cravados nas mãos e ao encaixe perfeito de ossos.
Ao carinho gratuito.
À felicidade.

2.06.2013

Malditas são... raízes.

Imcompreensão me atravessa na linha de simetria do meu corpo cansado e se estende enfim, para todo o resto, como se raízes abrissem passagem e se contorcessem por dentro procurando um espaço em que repousar. Chega ao ponto de não mais achar, e sair pelo olhos, narinas, ouvidos, boca, e qualquer orifício imaginável e inimaginável do meu ser. Parece absurdo, eu sei, uma imagem escrota de se forçar a mente a colocar em frente aos olhos figurados dela, porém está em cada centímetro do meu corpo, levantando com força minha epiderme queimada de um sol tomado indesejavelmente, e finalmente abrindo-a, estourando-a, que chega a fazer barulho. Um barulho que ouço interiormente e consequentemente interpreto, soltando-o aos quatro ventos em formas de palavras absurdas.
Malditas raízes que tentam repousar seus galhos cansados em outros corpos, malditas raízes que escolhem qualquer um, como um parasita sedento de vida, sem qualquer tipo de seletiva, penetrando-os com cegueira a seus vários tipos de impurezas que deixam seus galhos ainda mais fracos e podres. Malditas raízes que logo conseguem ser arrancadas com mãos mesmo frágeis, e acabam por ficarem impuras sozinhas, caindo e se degenerando no vento que o relógio tanto sopra.
Raízes de amor. Por quê diabos não se estendem tão velozmente quanto suas inimigas? Por que diabos não purificam em inteirisso todo meu corpo? Por que diabos não procuram outros corpos e os contaminam com sua seiva?  Rego raízes de imcompreensão com lágrimas, por isso crescem tanto.
Como se regam raízes de amor? Qual o combustível necessário para que ele cresça, floresça e permaneça? Ou são raízes que não se preocupam com seletivas, menos ainda que as pertencentes ao lado ruim da força e acabam perdendo vida ao penetrarem corpos errôneos?
Malditas raízes. Malditas são suas direções.

1.12.2013

Bem-vindo!

Claro, tenho que começar com a típica saudação para parecer o mínimo que seja educada. Nada além disso.
Meu blog, como pode ter percebido ali no pronome possessivo, é meu, e eu vou postar minhas opiniões e o que eu quiser, na justa ignorância mesmo.
Atualidades, as quais eu me interesse (ou não, daquelas que só quero criticar mesmo por achar babaquice), textos de minha autoria, um "cadiquinho" de design, porque como uma designer (formada daqui a 3 anos, então posso dizer que é quase) quase formada, tenho que fazer jus ao título.
Enfim, variedades de todas as espécies, graus, gêneros, números, etc., o que eu estiver afim de postar, adivinha. Isso aí.
Beijos molhados.